segunda-feira, 1 de março de 2010

Yoga do Riso


Na próxima quarta-feira, 3 de Março, a aula de Hatha Yoga dará a vez a uma apresentação de Yoga do Riso. A entrada está aberta a todos os que desejem descomprimir através da gargalhada.

A todos boa semana, calma e serena

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


O espírito do homem é feito de tal forma que a mentira tem cem vezes mais de força sobre ele do que a verdade.

Didier Erasme

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

OS JOGOS DE COMPUTADOR


A grande maioria das pessoas hoje tem um computador. Digamos com ele podemos fazer muitas coisas: trabalhar, entretenimento, consulta, sacar música, filmes, vídeos, etc. É um instrumento de trabalho fantástico.
A Internet permite conhecer muita coisa, jogar, “viajar”, etc., mas o assunto que motiva a escrever, são os jogos de computador. Realmente hoje há belíssimos jogos, mas também os há com uma dose de violência muito grande. Nós, crianças, adolescentes ou adultos, passamos muito tempo a jogar. Quase como uma forma de colmatar outras coisas ou evitar o contacto com outras  pessoas.
Posso dar um exemplo, o Face Book, um site (de uma rede social,),  que  tem um jogo que é o Farmville.  Quem está neste site, acaba por ficar viciado, porque tem muita vontade de estar sempre a jogar.  Este jogo acaba por não ser muito prejudicial, mas há outros que têm o efeito contrário.  Há jogos em que se cria uma vida social virtual. Cria-se uma personagem e vive-se uma vida virtual.
Ontem, estava a ver uma das séries da minha preferência, CSI, em que o dito jogo era usado para cometer crimes. O jogo chamava-se Second Life.  Criava-se uma personagem (estilo avatar) e tinha-se uma vida virtual. Só que o intuito do criminoso, ia muito para além do jogo, porque tinha como finalidade  matar. 
Como referi atrás, como as pessoas passam muito tempo ao computador, acabam por ir cortando os contactos pessoais, tornando a sua vida limitada a uma máquina. Tornam-se pessoas muito solitárias. Curioso foi reparar que umas das personagens ,um rapaz muito novo, mas com uma doença terminal,  jogava bastante  porque tinha vida social e até tinha um relacionamento amoroso. Era incapaz de criar laços  com pessoas, levando-o a uma situação destas.
O que interessa para aqui, é que a própria polícia teve de o jogar também, para perceber o que se passava na cabeça do criminoso e tentar apanhá-lo. Cada vez mais os jogos são mais sofisticados e mais apurados em termos psicológicos e de violência. Onde é que isto nos vai levar? Seremos nós capazes de conseguir ter relacionamentos com as pessoas, com os filhos, manter amizades, casamentos? Cada vez temos mais tecnologia, mas cada vez menos sentimentos. Estamos a tornar-nos cada vez mais frios.  Cabe a nós mudar o mundo, senão o que será feito de nós?
Mary Rosas
10.02.10

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Seminário de 10 e 11 de Abril de 2010 com Remi Boyer

10 de Abril

14:30 – Abertura

- Introdução à Temática do Despertar

- As Vias do Despertar


11 de Abril

10:30 – Abertura

- Algumas Técnicas de Despertar

- A prática do Rito de Panaghion


Este Seminário destina-se a todos aqueles que desejem o Despertar e nesse sentido se disponham a uma prática diária.

Custo 20,00 Euros

(Inscrições limitadas)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Actividades de Fevreiro


6 de Fevereiro
 - 14:00 – Curso Gnose, Hermetismo e Cabala

13 de Fevereiro
14:30- Práticas e Técnicas de Meditação e Auto-conhecimento
  
20 e 21 de Fevereiro
Seminário de Iniciação Reiki – I Grau

27 de Fevereiro
Encontro para definição e orientação (cont)


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Os 3 últimos desejos de Alexandre, o Grande


1. Que seu caixão fosse transportado, pelas mãos dos médicos da época;

2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo, os seus tesouros conquistados como prata , ouro, e pedras preciosas ;

3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1.Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar, que eles NÃO têm poder de cura, perante a morte;

2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que as pessoas possam ver, que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3. Quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam ver que, de mãos vazias viemos e, de mãos vazias partimos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Desapego 2


O Desapego é algo muito difícil de praticar e aplicar. Significa termos um sentido apurado para nos “libertarmos” de um certo tipo coisas ou pessoas ou até animais, ás quais estamos presos, por vezes, uma vida inteira.
 Desde o momento em que nascemos estamos inseridos num tipo de sociedade, num país, numa família. Enquanto seres humanos, muitas vezes não vivemos uma vida plena, porque temos demasiadas “prisões”, os nossos preconceitos, os nossos princípios, os da sociedade, etc.
Na fase adulta é por vezes muito complicado “desligarmo-nos” das pessoas de quem gostamos, e encará-las e uma forma mais livre.  Porque se gostamos demasiado de alguém, acabamos por sufocá-la e ela acha-nos “chatas”.  Também temos de ter a capacidade de perceber que estamos a sufocar o outro. Muitas vezes não temos noção disso e continuamos. ..
Mas a nossa vida é tão complicada e stressante, que acabamos por nos agarrar a qualquer coisa, ou a pessoas, e ainda nos perdemos mais. Isto porque a nossa solidão é demasiado grande. Se nos dão carinho, ou algum tipo de atenção, agarramo-nos a isso, quase como uma tábua de salvação. Depois descobre-se que afinal esses sentimentos não são verdadeiros.  Ficamos desiludidos com essas pessoas ou situações, e também  connosco próprios. 
Não são situações fáceis de resolver. Resultam de muitos conflitos internos e externos que nos deixam confusos, baralhados, sem saber qual rumo tomar. Primeiro temos que nos libertar das nossas próprias prisões, para depois deixar fluir todo o resto e permitir que gostemos das pessoas de uma forma diferente, sem deixar de as amar.  É algo muito difícil de por em prática. 
Este fim de semana estive com uma pessoa amiga que era o exemplo do apego, relativamente a uma familiar muito próxima. Ela já partiu, mas continua o forte elo que sempre existiu e com muitas marcas negativas naquela pessoa, resultante daquela relação. Pude perceber que também tenho bastante mudar na minha vida.
O desapego é algo muito difícil de fazer, mas essencial á nossa sobrevivência enquanto seres humanos. Só assim seremos verdadeiramente livres.
 Porque cada um de nós continua a ser “a pessoa mais importante”.
Mary Rosas
2010.01.25

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Reflectindo...

A propósito de medo, dúvidas, de desconfiança.... não são estes os nossos companheiros constantes?
O que diferencia um herói de um ser comum?
Será que o herói não tem os mesmos medos, dúvidas...? Acredito que sim.
Então o que o diferencia?
Creio que uma das grande diferenças é que ele vence esses medos, essas dúvidas. Não se deixa encerrar nesse universo confinado, feito de cultura, personalidade, sociedade, julgamentos alheios, etc..
Abre as asas e voa para a Liberdade. Certo, terá de enfrentar as suas próprias memórias, medos, dúvidas, todos esses seus companheiros que são também de todos nós.
O herói é irreverente, rebelde, sabe amar a Liberdade que vai conquistando a duras penas...
Mas o que é esta Liberdade? É a liberdade de que falam os políticos?
Não creio. É antes a Liberdade de que falam os poetas. É a Liberdade do Ser total, do Ser encontrado. É a Liberdade de quem SABE.
E há diferença entre essa e a liberdade dos políticos?
A liberdade dos políticos contém em si os limites do respeito pelo outro, pelas leis, pela cultura. Diz respeito à vida terrena. É necessária, pois sem ela asfixia-se, o homem deixa de sonhar. É pelo respeito desta liberdade, pelo outro, que conseguimos discernir a outra forma.
A Liberdade dos poetas não tem limites. O outro já se tornou nós mesmos, é o UM infinito, o Amor no sentido mais profundo e mais nobre. Já não possuimos, somos.

São Loucos os que procuram esta Liberdade!
Vivem aparentemente num "outro" mundo (mas é só aparentemente). Acreditam em "fantasias", em contos e histórias fantásticos, e sabem que a realidade é só uma capa que vestimos para um dia de ilusão.

Como desejo que sejam Livres e Loucos...



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Tragédia no Haiti


Todos nós acompanhamos as notícias diariamente. Através da televisão chega-nos uma dose constante de violência, guerra, luta pela sobrevivência, catástrofes naturais.…
O último acontecimento que chocou o mundo foi o sismo no Haiti. Uma tragédia enorme para os naturais. Sendo um país tão pobre, sem recursos naturais, com a maioria da população a viver na miséria, tudo tem ainda uma maior dimensão.  
Por isso o mundo tem a obrigação de contribuir para minimizar esta catástrofe.  É preciso ajudar porque lá não há nada. O número de mortos que se acumula nas ruas e em todo o lado; pessoas que estiveram soterradas dias a fio, mas que mesmo tendo sido salvas acabam por falecer; a procura da água, alimentos, abrigos. Tudo isto é terrível. Ainda por cima não há meios para retirar os escombros que estão espalhados por todo o lado. 
O aeroporto nem sequer tem capacidade para receber toda a ajuda.  Não há sequer uma estrutura organizada.  Depois há um outro lado da questão. Será que as pessoas vão realmente receber os alimentos, e todo o resto? No meio disto, há quem se aproveite do mal dos outros.  Há pilhagens, violência, assaltos, etc., porque as principais cidades estão praticamente destruídas.  Os criminosos também estão á solta. Isto ainda agrava mais a situação.
Mas ainda acontecem milagres, como nascimentos, pessoas que conseguem resistem ao fim de uns dias soterradas. Mesmo ao fim de uma semana, muitas tem resistido. É milagre. Muitas histórias de vidas interrompidas… muitas crianças que ficaram órfãs, pessoas sem família. No meio disto tudo, surge a solidariedade internacional.
A adopção internacional pode ser um meio para ajudar as crianças órfãs. No entanto, é preciso ter em conta muitos factores: saber se os pais morreram ou não, saber se há familiares que possam ficar com elas. Para além de quem quer adoptar, também outro tipo de pessoas que não lhes querem bem e elas podem ir parar ao tráfico de crianças, ou para escravatura…. É preciso estarmos cientes de que se trata de vidas e têm de se tratadas com muito respeito.
 Vamos ajudar como pudermos estas pessoas, porque ficaram pior do que estavam. Toda a ajuda é necessária. Ninguém sabe o que pode acontecer de um momento para o outro.

 Se fosse em Portugal, como seria? Será que teríamos os meios necessários para combater uma situação destas? Acho que por muitos problemas que tenhamos, devemos pensar que há sempre alguém pior do que nós. O mal dos outros não nos conforta, mas ajuda-nos a ver que temos de ser positivos e levar o nosso “barco” o melhor possível. Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã. Devemos viver um dia de cada vez.
Mary Rosas
21.01.10

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Reflectindo...

Hoje um dos gatinhos que me visitam tremia de frio, olhava-me e eu lia nos seus olhos a tristeza do estar só.

Disse-lhe que me deixasse pegar-lhe ao colo, aquecê-lo, que  podia entrar na casa.

Nos olhos reflectiu-se o medo de se abandonar a uns braços desconhecidos, atravessar a porta, o incógnito. Sabia que dentro haveria comida, calor e carícias. Mas o medo... paralisava-o. Obrigava-o a fugir dessa porta que se abria num convite.

E perguntei-me: será que a Vida não nos abre, por vezes, portas que por medo não atravessamos? Por medo, desconfiança... o desconhecido. E então vamos culpar o frio, a solidão quando somos nós que não damos "aquele" passo....