segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013



Na procura de cada alma vemos a busca do equilíbrio.
E a essa, chamamos os nomes que a cada mais serve; crescimento, evolução, cura! Todos, todos com a força do correr, do andar, e da busca desse…
Oceano desconhecido à razão, mas conhecido ao sentir.
O rio! Encontra-se…
O calmo, o lento, o apertado ou largo, perturbado ou até o “rápido”. Suas águas lentas se demoram na chegada, ao contrário, os rápidos, obrigando ao correr, sofridos e turbulentos levam mais depressa a concretos Oceanos.
Tal como rios, nossa alma assim se espraia, tal como rios, nossa alma chora, tal como rios, a dor nos apressa.
E é sempre o Oceano que aguarda, e é lá que as águas se acalmam, se aprofundam e se fundem no Só no Uno.
Bem hajam

José Cavalheiro Homem

Fotografia: Praia da Granja - Joana

1 comentário:

Raquel Silva disse...

No íntimo de nós mesmos,se pretendemos alcançar o vôo maior para a paz e para o equilíbrio,aprestemos ferramentas e providências que se façam indispensáveis para lá chegarmos